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Seu histórico de trabalho

Ninguém contrata quem diz que é bom. Contrata quem tem prova. Essa aba junta as suas duas provas: os trabalhos que você fechou aqui dentro, com um selo de Verificado que ninguém consegue forjar, e a sua discografia oficial da Muso.ai, verificada como sua. É o que transforma sua vitrine de “confia em mim” pra “olha aqui o que eu já fiz”.

Hub → aba Trabalhos pela FindMyGig (link direto: /studio/hub?tab=credits). Lá dentro tem duas partes:

  1. Em cima, o card Créditos da Muso.ai, onde você vincula e verifica seu perfil da Muso.
  2. Embaixo, a lista Trabalhos pela FindMyGig, com os gigs que você fechou aqui. Do lado do título, quando você já tem crédito, aparece uma bolinha com o total.

As duas coisas aparecem na sua vitrine pública, na aba Portfólio (numa página de estúdio, a aba se chama Estrutura). Lá é só leitura: o cliente olha, não mexe.

Você não digita nada. Toda vez que um trabalho é concluído dentro da plataforma, o sistema cria um crédito sozinho, colado no gig real que aconteceu. Não tem como inflar: se o crédito existe, o trabalho existiu aqui.

Cada crédito mostra o serviço, com quem foi (com link pro perfil da pessoa, quando tem) e a data em que terminou, com um check de Verificado. Eles ficam agrupados pelo nome do serviço, em blocos que abrem e fecham. Se você só tem um tipo de serviço, o bloco já abre sozinho.

Muita gente procura, então vale deixar claro: não existe botão de “adicionar crédito”. Você não digita, não renomeia, não reordena e não apaga um crédito. É de propósito, é isso que faz o selo valer alguma coisa.

Nem todo trabalho você quer mostrando na vitrine. Em cada crédito, o dono do perfil tem um olhinho (Alternar visibilidade). Clicou, aquele crédito sai do seu perfil público e ganha a marca “Oculto do perfil público”.

O olhinho vale só pros trabalhos fechados aqui. A discografia da Muso aparece como está lá na Muso, sem ocultar faixa por faixa.

Sem nenhum gig concluído, a lista mostra “Nenhum histórico de trabalho verificado ainda.” É só o ponto de partida.

A lista carrega até 100 créditos por vez. Se você tiver mais que isso, aparece o botão Carregar mais no fim.

A Muso.ai reúne os créditos oficiais de quem trabalhou em cada faixa: artista, papel, capa do álbum. Se você tem perfil lá, dá pra mostrar essa discografia na sua vitrine.

O card Créditos da Muso.ai é só pro dono do perfil. Cliente e visitante nunca veem ele.

Qualquer um consegue colar o link de um perfil famoso, então a gente precisa confirmar que o perfil é mesmo seu. O card mostra os três passos antes do campo:

  1. Reivindique seu perfil na Muso. Sem isso você não consegue editar seu perfil lá, e a verificação não fecha. O link Reivindicar na Muso leva pra lá. Segundo o próprio card, a aprovação deles costuma levar até 24h.
  2. Coloque o link do seu storefront no perfil da Muso. O card mostra o endereço certo da sua vitrine, com um botão Copiar. Cola esse link em qualquer campo de link do seu perfil na Muso (site, Instagram, Facebook, Twitter) ou na bio, e salva lá.
  3. Cole aqui o link do seu perfil. O endereço da sua página na Muso, algo como muso.ai/profile/.... Cola no campo e clica em Verificar.

Aí aparece a foto e o nome do perfil, com o número de créditos e de colaboradores, pra você conferir se é você mesmo:

  • Sim, esse perfil é meu: a plataforma lê o seu perfil na Muso e procura o link da sua vitrine. Achou, pronto: o card passa a mostrar Perfil verificado com a data.
  • Não, é outro: volta pro campo pra você colar o link certo.

Se a plataforma não achou o link da sua vitrine no perfil da Muso, aparece esse aviso em amarelo, com o endereço pra copiar de novo. Não é erro seu, é o passo que falta. Confira duas coisas:

  • se o perfil já está reivindicado no seu nome lá na Muso;
  • se o link foi salvo lá.

Depois de salvar lá, é só clicar de novo em Sim, esse perfil é meu. Se você sair da tela, o card volta pro começo: cola o link do perfil de novo e segue.

Outras mensagens que podem aparecer:

  • “Link inválido. Cole o endereço do seu perfil na Muso.ai.”: o que você colou não é um link de perfil da Muso.
  • “Não encontramos esse perfil na Muso.ai. Confira o link.”: o perfil não existe lá.
  • “A Muso.ai não respondeu agora. Tenta de novo em alguns minutos.”: o problema é do lado deles, não do seu link.

Enquanto o perfil não está verificado, nada da Muso aparece na sua vitrine.

Com o perfil verificado, a sua vitrine ganha duas coisas:

  • Na lateral, o bloco Créditos verificados: o total de Créditos, o número de Artistas com quem você trabalhou, até três dos seus papéis mais comuns e a linha Créditos verificados por com a marca da Muso, que leva pro seu perfil lá.
  • Na aba Portfólio, a lista de faixas: capa, nome da faixa, artista, seus papéis e o ano. Quando a faixa tem prévia, dá pra tocar 30 segundos direto na capa. No topo tem o link Ver todos (N), que abre seu perfil completo na Muso. Numa página de estúdio, essa lista fica na aba Estrutura e o título é Créditos de seguido do seu nome, porque a discografia é da pessoa, não da sala.

A aba Portfólio da vitrine de freelancer aparece quando você tem alguma coisa pra mostrar nela: link de música, fotos, equipos, projetos ou trabalho fechado aqui.

Com o perfil verificado, o card tem Ver na Muso (abre seu perfil lá) e Desvincular. Desvincular tira a discografia da sua vitrine na hora, sem pergunta de confirmação. Como nada da Muso é guardado aqui, não tem nada pra perder: pra voltar, é vincular e verificar de novo.

  • Não cria crédito na mão. Só gig concluído gera crédito aqui.
  • Não edita, renomeia nem reordena um crédito.
  • Não copia a sua discografia da Muso. Ela é lida ao vivo, e só depois que o perfil está verificado.
  • Não oculta faixa da Muso. O olhinho é só pros trabalhos fechados aqui.
  • Não guarda os ocultos numa gaveta pra você religar por aqui.
  • Não mostra o card da Muso pro cliente. Isso é só seu.